Fonte: Ministério da Saúde e Organização Pan-Americana de Saúde
A promoção do uso racional de medicamentos é um componente muito importante de uma política nacional de medicamentos. Por exemplo, dado o fato de que o SUS registrou, em 1996, 318 milhões de consultas médicas e 12 milhões de internações hospitalares e, do momento que o medicamento é importante ferramenta terapêutica e muitas vezes resultante do processo de prescrição, pode-se inferir a importância dos medicamentos nesse processo.
Uma pesquisa do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas
(Sinitox), ligado à Fundação Oswaldo Cruz – mostrou que, dos quase 108
mil casos registrados de intoxicação humana em 2006, os medicamentos
lideraram a lista de principais agentes tóxicos com 30,5% das
ocorrências.
Uso Racional de Medicamentos (URM) siguinifica: situação na qual os pacientes recebem os medicamentos apropriados às suas necessidades clínicas na dose correta por um período de tempo adequado e um custo acessível.
Os temas selecionados foram elaborados no intuito de disponibilizar às equipes de saúde informações para fundamentar a seleção e a indicação de medicamentos essenciais que atendam as prioridades da atenção primária, baseados em conhecimentos sólidos, independentes e atualizados. Veja as publicações:
Condutas
Baseadas em Evidências sobre Medicamentos Utilizados em Atenção Primária à
Saúde
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Importância
dos Medicamentos Essenciais em Prescrição e Gestão Racionais
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Uso
Indiscriminado de Antimicrobianos e Resistência Microbiana
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Interações
de Medicamentos
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Uso
Racional de Anti-inflamatórios Não Esteroides
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Tratamento
de Enxaqueca Escolhas Racionais
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Uso
Racional de Estatinas na Prevenção de Cardiopatia Isquêmica
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Medicamentos
de Uso Corrente no Manejo de Dor e Febre
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Uso
Racional de Antidepressivos
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Uso
Racional de Contraceptivos Hormonais Orais
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Uso
Racional de Anti-hipertensivos
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Indicações
e Seleção de Inibidores da Bomba de Prótons
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Uso
Racional de Antidiabéticos no Âmbito da APS
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O papel
do cálcio e da Vitamina D na Prevenção de Fraturas Ósseas
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Uso de
Antiasmáticos em Adultos e Crianças
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AAS em
Prevenção Primária e Secundária de Eventos Cardio e Cerebrovasculares
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Vol. 5 nº 01, 2007 Medicina paliativa: cuidados e medicamentos.
Vol. 4 nº 12, 2007 Interações de medicamentos com álcool: verdades e mitos.
Vol. 4 nº 11, 2007 Depressão perinatal: balanço entre uso de antidepressivos e risco no concepto.
Vol. 4 nº 10, 2007 Sangramento digestivo alto: prevenção e tratamento.
Vol. 4 nº 09, 2007 A erradicação do Helicobacter pylori
Vol. 4 nº 08, 2007 A ética do medicamento: múltiplos cenários
Vol. 4 nº 07, 2007 Combinações em doses fixas: comentários farmacológicos, clínicos e comerciais.
Vol. 4 nº 06, 2007 Rediscutindo o uso de betabloqueadores na hipertensão.
Vol. 4 nº 05, 2007 Como manejar a insônia em idosos: riscos e benefícios.
Vol. 4 nº 04, 2007 Tratamento medicamentoso antitabagismo.
Vol. 4 nº 03, 2007 Teriparatida: o valor real.
Vol. 4 nº 02, 2007 Heparinas de baixo peso molecular: evidências que fundamentam indicações.
Vol. 4 nº 01, 2006 Evidências sobre o uso de antibacterianos nas infecções respiratórias altas.
Vol. 3 nº 12, 2006 Antimicrobianos em dermatologia.
Vol. 3 nº 11, 2006 Vitamina C: seis problemas em busca de uma solução.
Vol. 3 nº 10, 2006 DHDA: Correto diagnóstico para real indicação de psicoestimulantes.
Vol. 3 nº 09, 2006 Tratamento medicamentoso da asma em crianças.
Vol. 3 nº 08, 2006 Hormônio de crescimento: uma panacéia?
Vol. 3 nº 07, 2006 Novas opções contraceptivas.
Vol. 3 nº 06, 2006 Sildenafil: mais potencial do que potência?
Vol. 3 nº 05, 2006 Quanto é evidente a evidência na saúde?
Vol. 3 nº 04, 2006 Osteoartrose de joelhos. Parte II: Evidência sobre abordagens não-medicamentosas.
Vol.3 nº 03, 2006 Osteoartrose de joelhos. Parte I: Evidência sobre abordagens medicamentosas.
Vol. 3 nº 02, 2006 Medicamentos essenciais: Vantagens de trabalhar com este contexto.
Vol. 3 nº 01, 2005 Constipação intestinal crônica no adulto e na criança: Quando não se precisa de medicamentos.
Vol. 2 nº 12, 2005 Evidências sobre influenza aviária e o uso de antivirais no acometimento humano.
Vol. 2 nº 11, 2005 Antidiabéticos orais: Comparação entre diferentes intervenções.
Vol. 2 nº 10, 2005 A eficácia de cálcio e vitaminas D na prevenção de fraturas ósseas.
Vol. 2 nº 09, 2005 A volta da talidomida: Qual é a evidência?
Vol. 2 nº 08, 2005 Novas insulinas: Qual a real vantagem?
Vol. 2 nº 07, 2005 Erros: Evitar o evitável.
Vol. 2 nº 06, 2005 Contracepção de emergência: Evidências versus preconceitos.
Vol. 2 nº 05, 2005 Paracetamol versus Dipirona: Como mensurar o risco?
Vol. 2 nº 04, 2005 Demência: Evidências contemporâneas sobre a eficácia dos tratamentos.
Vol. 2 nº 03, 2005 Antiplaquetários: ainda ácido acetilsalicílico?
Vol. 2 nº 02, 2005 Inibidores seletivos de cicloxigenase-2 revisados um ano depois.
Vol. 2 nº 01, 2004 Inibidores de bomba de prótons: Indicações racionais.
Vol. 1 nº 12, 2004 Antipsicóticos Atípicos: Mais eficazes, mais seguros?
Vol. 1 nº 11, 2004 Manejo da hipertensão na gestação: O pouco que se sabe.
Vol. 1 nº 10, 2004 Estatinas: Uso racional na cardiopatia isquêmica.
Vol. 1 nº 09, 2004 Febre: Mitos que determinam conduta.
Vol. 1 nº 08, 2004 Enxaqueca: Mal antigo com roupagem nova.
Vol. 1 nº 07, 2004 Manejo racional da osteoporose: Onde está o real benefício?
Vol. 1 nº 06, 2004 Terapia de reposição hormonal na menopausa: Evidências atuais
Vol. 1 nº 05, 2004 Depressão Maior: Da descoberta à solução
Vol. 1 nº 04, 2004 Uso indiscriminado de antibióticos e a resistência microbiana: uma guerra perdida?
Vol. 1 nº 03, 2004 Obesidade: Evidências e fantasias.
Vol. 1 nº 02, 2004 Antiinflamatórios não esteróides: Uso indiscriminado de inibidores seletivos de COX-2
Vol. 1 nº 01, 2003 Anticoncepcionais orais: O que há de novo?
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